Sobre o Pacto Climático
Jornalismo de apuração sobre o caminho do Brasil até a neutralidade de carbono — com números, território e voz de quem vive as decisões.
O Pacto Climático é um portal editorial dedicado a reportagens sobre neutralidade de carbono, metas climáticas e compensação no Brasil. Nascemos da constatação de que promessas de "zero líquido até 2050" multiplicaram-se em prefeituras, assembleias de acionistas e folders de ONGs — mas a cobertura jornalística que explica o que isso muda na prática ainda é escassa, técnica demais ou superficial demais.
Nossa proposta é simples: traduzir inventários de emissão, contratos de crédito de carbono e planos municipais em reportagem legível, sem abrir mão de rigor. Cada matéria indica fontes, datas de publicação e atualização, e deixa claro o que ainda não foi possível confirmar. Não vendemos crédito de carbono, não consultamos empresas sobre ESG e não aceitamos patrocínio de conteúdo editorial.
Como trabalhamos
Priorizamos apuração em campo e leitura de documentos primários — planos climáticos, editais, relatórios de sustentabilidade, atas de audiência pública. Ouvimos técnicos, moradores, sindicalistas, pesquisadores e representantes de comunidades tradicionais. Quando uma empresa ou prefeitura não responde a pedido de esclarecimento, registramos a ausência de resposta no texto.
Correções são publicadas com transparência. Se um dado estiver errado, atualizamos a reportagem e indicamos a alteração na linha do tempo da matéria. Nossa política editorial detalha critérios de independência, uso de fontes e tratamento de conflito de interesse.
Equipe
Marina Ribeiro — cobre planos municipais, inventários urbanos e políticas de transporte e resíduos no Sudeste. Base em São Paulo.
Thiago Nunes — reporta projetos de compensação de carbono, REDD+ e restauração florestal na Amazônia Legal. Base em Belém.
Camila Duarte — acompanha metas corporativas, cadeias de suprimentos e divulgação de relatórios ESG. Base em São Paulo.
Para quem escrevemos
Nosso leitor pode ser vereador que precisa entender o Plano ClimSP antes de votar, extrativista que recebeu proposta de crédito de carbono, analista de fundo que lê relatório ESG ou morador de bairro periférico que quer saber se a meta de neutralidade inclui transporte público de qualidade. Escrevemos para todos eles — sem simplificar a ponto de distorcer, sem complicar a ponto de excluir.
Acreditamos que jornalismo climático no Brasil precisa sair do eixo Rio–São Paulo quando o assunto é floresta, e sair do eixo Faria Lima quando o assunto é periferia urbana. Por isso mantemos correspondentes em Belém e rodamos com frequência por cidades de médio porte onde planos climáticos municipais estão sendo escritos agora, em 2026.
Contato
Pautas, documentos, relatos de comunidades e pedidos de correção: [email protected]. Formulário disponível na página de contato.